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Lektürekurs Kulturen und Techniken des Visuellen

posted Oct 30, 2013, 9:04 AM by Marco Toledo Bastos   [ updated Oct 30, 2013, 9:08 AM ]

Goethe Universität Frankfurt am Main
Institut für Kulturanthropologie
und Europäische Ethnologie
Grüneburgplatz 1, 60323 Frankfurt am Main

Lehrinhalte
Mediale Individualisierung [durch PC, e-Sports, Online-Games und Netz-Projekte, Screens, Displays], die Versprechen rascher automatisierter Informationsauswahl [in max. 3 Sek.] und die Zusage, Informationen sofort für Diagnosen, Therapien, Didaktik oder Seminararbeiten nutzen zu können, haben einen gemeinsamen Nenner: die Durchsetzung eines tauglichen Weltrepertoires von Sichtbarkeit. Visuelle Wahrnehmung, Entscheidung und visuelles Wissen beschreiben als Schlagwörter die globale Neustrukturierung von kommunikativer Pragmatik. Es entstehen sehr differenzierte visuelle Metacodes. Die ökonomischen, technologischen, pragmatischen und wissenschaftlichen Schritte in Richtung weltweit einsetzbarer Ikono-/ Visu-Typen sind an den globalen Konvergenzen von Medienformaten, Wahrnehmungs-, Anwendungsformaten orientiert. Subtile, zeitsensible Balancen von professionellen, kulturellen, ästhetischen Ähnlichkeiten entstehen. Von großer Bedeutung ist dabei, dass Sichtbarkeit kein kleines Zubrot des textlichen oder Erfahrungswissens ist. Immer mehr Wissensbereiche werden auf visuelle Informationen gegründet, die den Sinnen nicht direkt zugänglich sind. Es ist Wissen, dass über bildgebende Verfahren begründet wird und seine Bedeutung in der Interpretation der technogenen Sichtbarkeit erhält.

Eine Metastruktur für Kulturen und soziale Systeme entsteht. In ihr geht es nicht um technologisches Sichtbar-Machen. Globale Zeit- und Aufmerksamkeits-ökonomien bestimmen zunehmend die Geschehensabläufe. Visuelle Wahrnehmungs-, Interaktivitäts-, Sozialpatente breiten sich aus. Stellen sie eine neue Herrschaftsform dar? Wenn ja: wessen? Sind sie eine neue Machtform? Ist eine Ikono-Kratie zu erwarten? Wie können sich lokale Gruppen, regionale Kulturen, professionelle Gruppen, globale Netzwerke an der Erzeugung von diskutierbarer ´zusammengesetzter´ Sichtbarkeit beteiligen? Was geschieht mit visuell-expressiven Traditionen, wenn sie in die Praxen vernetzter Visualisierung integriert werden?

Lernziele
Ziel ist es zunächst, aktuelle Visualisierungsprogramme und -politiken darzulegen, sowie ihre technologischen, pragmatischen, ästhetischen, ökonomischen und kognitiven Dimensionen zu erörtern. Im zweiten Schritt werden Bildkontinuitäten, Konventionen des Sehens, Regeln für die Verbindung von (ökonomischer, technologischer, medizinischer, statistischer, semantischer) Sichtbarkeit und Wissen erarbeitet werden, sowie wissenschaftliche Fragen nach den gruppen(-kulturellen) Integrationsleistungen von Wissensbildern, visueller Narration, technologisch erzeugter visueller Wahrheit gestellt. Im dritten Schritt wird nach den bildsprachlichen Übersetzungen gefragt, die aus globalen Bild-Strömen als Ortsbildung, Lokalisierung, Projektierung oder Peer-Production folgen.

Seminar
Marco Toledo de Assis Bastos
Alexander Schwinghammer
Lektürekurs Kulturen und Techniken des Visuellen
Zeit: Mittwoch 10-12 Uhr (Vb. 17.10.12)
Ort: Raum IG 1.515
2 SWS, 3 CPs

Voraussetzung
Für die Teilnahme an diesem Modul inklusive Forschungsseminar oder nur am einzelnen Forschungsseminar ist eine fristgerechte Anmeldung bis 12. September 2012 über die digitale Lernumgebung LuKe erforderlich. Informationen und Anmeldung: http://luke.uni-frankfurt.de/seminaranmeldung/

Zeit: Donnerstag 16-20 Uhr (14-tägig) (Vb. 18.10.12)
Ort: Raum IG 1.515
2 SWS, 3 CPs

Literatur
BOURDIEU P. (1981), “Die gesellschaftliche Definition der Photographie”, in Bourdieu, Pierre/Boltanski, Luc u.a. (Hrsg.), Eine illegitime Kunst. Die sozialen Gebrauchsweisen der Photographie, Frankfurt/Main: Suhrkamp, 85-110.
CRARY, J. (1988) „Techniques of the Observer“, October 45/1988, 3-35.
EASLEY, D.; KLEINBERG, J. Networks, Crowds, and Markets: Reasoning About a Highly Connected World. Cambridge University Press, 2010. Available at: http://www.cs.cornell.edu/home/kleinber/networks-book
ELKINS, J. et al. (2007), „Computer Science: Visualizing the Internet“, „Microbiology: Visualizing Viruses“. „Applied Social Studies: Masks in Social Work“, in: Elkins (Hrsg.) Visual Practices Across the University, Wilhelm Fink Verlag, 104-113, 250-257 & 200-207.
FAßLER, M. (2008), Der infogene Mensch: Entwurf einer Anthropologie, Paderborn: Fink.
GINSBURG, F. (2006), „Rethinking Documentary in the Digital Age“, Cinema Journal, 46/1/2006.
HEGSELMANN, R.; PEITGEN H.-O. (1996), Modelle sozialer Dynamiken: Ordnung, Chaos und Komplexität. Wien: Hölder-Pichler-Tempsky, 1996.
JAY, M. (1992), „Die skopischen Ordnungen der Moderne“, Leviathan 2/1992,178-195.
KEPPLER, A. (2002), “Visuelle Gestalt und sozialer Gehalt. Zum kulturellen Gebrauch fotografischer Bilder”, in: Neumann-Braun, Klaus (Hrsg.), Medienkultur und Kulturkritik, WDV: Opladen, 89-99.
LATANÉ, B. (1996), „The Emergence of Clustering and Correlation from Social Interaction“, in: HEGSELMANN, R. e PEITGEN, H.-O. (Hrsg.), Modelle Sozialer Dynamiken: Ordnung, Chaos Und Komplexität, Wien: Hölder-Pichler-Tempsky,
LATOUR, B. (2007), Reassembling the Social: An introduction to Actor-Network Theory, Oxford: Oxford University Press.
MITCHELL, W.J.T. (2008), „Was ist visuelle Kultur?“, in: Ders., Bildtheorie, Frankfurt/Main: Suhrkamp, 237-261
MOORE et al., (2008), „The photo survey research method: capturing life in the city“, Visual Studies, 23/1/2008, 50-62.
NOWAK, A.; LEWENSTEIN, M.; FREJLAK, P. (1996), „Dynamics of Public Opinion and Social Change“, in: HEGSELMANN, R. e PEITGEN, H.-O. (Hrsg.). Modelle sozialer Dynamiken: Ordnung, Chaos und Komplexität, Wien: Hölder-Pichler-Tempsky.
PINK, S. (2007), „Walking with video“, Visual Studies 22/3/2007, 240-252.
SHAPIRO, A.-L. (1997), „How Real Is the Reality in Documentary Film?“, History and Theory 36/4/1997, 80-101.
SILVERMAN, K. (1997), „Dem Blickregime begegnen“ in: Christian Kravagna, (Hrsg.): Privileg Blick. Kritik der visuellen Kultur Berlin: Edition ID-Archiv, 41-64.
TAUSSIG, M., (2009) „What Do Drawings Want?“, Culture, Theory and Critique, 50/2/2009, 263-274
VAN DIJCK, J. (2008), “Digital photography: communication, identity, memory”, Visual Communication 7/2008, 67-76.
WAGNER, J. (2006) „Visible materials, visualised theory and images of social research“, Visual Studies 21/01/2006, 55-69.

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Disciplina CJE5198 - As Formas Digitais da Opinião Pública

posted Oct 19, 2009, 8:24 PM by Marco Toledo Bastos   [ updated Mar 14, 2012, 3:19 PM ]

Objetivos:

1. Compreender o contexto histórico de emergência da opinião pública e as mudanças impostas pela reformulação da esfera pública; 2. Descrever os componentes da esfera pública contemporânea em função de um contínuo atmosférico ou de uma matriz de media; 3. Examinar os conceitos tradicionalmente vinculados à opinião pública (gatekeeper, formador de opinião, audiência, etc.) no panorama mediático digital.

Justificativa:

A disciplina percorrerá a história do conceito de opinião pública no contexto de sua emergência até sua conformação contemporânea nas redes digitais. A opinião pública, tema transversal ao jornalismo e aos estudos de comunicação, se encontra na intersecção de questões comunicacionais sobre os mecanismos de formação de opinião; sobre as forças de formação de consensos e dissensos; sobre a mecânica do poder; sobre padrões de difusão de informação e sobre a função social do jornalismo. A questão da opinião pública aparece na modernidade como uma força abstrata que nenhuma constituição nacional prevê ou regula, mas cuja expressão garante legitimidade às democracias ocidentais.

Conteúdo:

A disciplina visitará as teorias sobre a opinião pública e examinará as modificações estruturais do conceito e de seus componentes. Essa trajetória começa no século XVIII, com a conformação de uma esfera pública, e segue até o século XXI, com a emergência das redes sociais. O conceito de opinião pública é revisitado no debate alemão com Habermas (1984) e Luhmann (2005); no debate francês com Tarde (1992) e Sauvy (1977) e no debate americano com Lazarsfeld (1972) e Lippmann (1961), escolas que definem a opinião pública como: 1. produto da mudança estrutural na esfera pública; 2. produto da escrita não relacionado com a opinião de indivíduos, mas com certo consenso social acerca de determinado assunto; 3. agregado empírico de opiniões, idéias e compromissos políticos dentro da população adulta; 4. complexo orgânico de opiniões que retrata o poder invisível do visível; 5. princípio abstrato de onde as ações políticas se originam. A reconstrução dessa trajetória tem por finalidade reforçar os pontos de inflexão do conceito, sugerindo uma reformulação de seus componentes e do arranjo comunicacional da esfera pública. Além disso, a retomada do conceito permitirá uma análise da ecologia digital dos media e uma descrição do contínuo atmosférico ou matriz de media. Essa reformulação da esfera pública fornecerá elementos para a análise das redes digitais, tais como a blogosfera ou a plataforma Twitter, sistemas de emergência de opiniões criadas por usuários, organizações de media e governos nacionais. A disciplina apresentará ferramentas para análise de dados das redes sociais, de modo a permitir uma análise sistemática das condições para que uma mensagem se torne “viral” ou uma palavra chave (hashtag) desencadeie um trending topic. A relação entre esse modelo distributivo, que contrasta com o mundo das salas de redação ou das universidades, será discutida em contraste com o conceito de opinião pública consolidado no pós-guerra.


Blog da disciplina: http://cje5198.blogspot.com/

Mídias e Linguagens: a Internet e a Divulgação Científica

posted Oct 15, 2009, 4:00 PM by Marco Toledo Bastos   [ updated Mar 14, 2012, 3:19 PM ]

A disciplina ofereceu uma sequência de workshops e tutoriais sobre ferramentas e aplicativos web para profissionais da divulgação científica. As aulas combinaram discussões sobre a prática do jornalismo com aprendizado "hands-on" de programas de criação de conteúdo e plataformas de publicação.

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